Habitar-se.

HABITAR-SE · UM ENCONTRO CONSIGO

Há lugar para você na vida que você vive?

Entre responsabilidades, relações e expectativas, podemos aprender a reconhecer o que as outras pessoas precisam e encontrar poucas oportunidades de desenvolver essa mesma atenção aos nossos próprios desejos, necessidades e limites.

Explorar o baralho

Por Mônica Pedrina - Psicóloga Comportamental Contextual - CRP 06/148336

@monicapedrinapsi

Ilustração aquarelada de um perfil humano atravessado por águas, com um barco, peixes e pássaros em tons suaves.

O SENTIDO DE HABITAR-SE

Uma relação mais consciente,
respeitosa e responsável consigo.

Habitar-se é construir intimidade com a própria experiência: perceber pensamentos, sentimentos e necessidades sem reduzir quem somos a um único momento ou a uma definição sobre nós.

O projeto oferece reflexões e experiências para se perceber com mais abertura, responder a si com cuidado e reconhecer escolhas possíveis, considerando a história, os vínculos e as condições de vida de cada pessoa.

UM ESPAÇO PARA EXPLORAR

Baralho Terapêutico

Consciência, Presença, Sentido

São 50 cartas em seis pilares, com perguntas, insights, metáforas, exercícios e desafios. Convites para perceber sua experiência, acolher o que encontra e explorar o que importa. Algumas cartas propõem um gesto; outras, um tempo de observação. Você pode escolher um tema ou sortear.

Conhecer as 50 cartas

FUNDAMENTAÇÃO

A perspectiva do projeto

Conheça a base conceitual

O projeto adota uma perspectiva comportamental contextual: pensamentos, sentimentos e ações são compreendidos em relação à história de aprendizagem, aos vínculos e às condições de vida de cada pessoa.

Flexibilidade psicológica

A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) orienta o contato com o presente, a abertura ao que sentimos e a possibilidade de agir em sintonia com o que importa, considerando cada situação.

Uma perspectiva mais ampla de si

Podemos notar pensamentos, sentimentos e as histórias que contamos sobre nós sem tomá-los como uma definição completa de quem somos. Essa perspectiva permite reconhecer mudanças e ampliar o contato com a experiência.

Autocompaixão

Ao perceber uma dificuldade, podemos experimentar uma resposta respeitosa, reconhecer que vulnerabilidade e necessidade de apoio fazem parte da vida humana e considerar o cuidado possível. Não é preciso forçar alívio ou gentileza.

Perceber e escolher

Perceber-se tem lugar próprio neste espaço. Quando fizer sentido, essa percepção pode orientar uma conversa, um limite ou um pequeno compromisso. Não há exigência de transformar toda reflexão em uma tarefa.

Os seis pilares organizam os temas de reflexão do projeto. As cartas são uma elaboração psicoeducativa e não constituem teste psicológico, protocolo validado ou substituto de avaliação e psicoterapia.